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Ficha Prática do Guppy

GUPPY OU LEBISTE (Poecilia reticulata)





Origem: América Central.
Comprimento máximo: macho 3 cm e fêmea 6 cm.
Reprodução: ovovivíparo.
pH: alcalino (7,2 a 7,5).
Temperatura: 24 a 28 ºC.
Aquário: médio com plantas.
Alimentação: Onívora - Tubifex, larvas de mosquito, drosófilas, artêmia salina, dáfnias, infusórios, microvermes, enquitréias, minhocas de jardim, patê etc.
Comportamento: pacífico, mantê-lo com peixes pequenos e pacíficos.

Ágeis e multicoloridos, os Lebistes são utilizados em aquários desde meados de 1900. Entretanto, sua utilização não se limita apenas a esta. Devido ao seu hábito voraz de se alimentar com larvas de insetos, os Lebistes são utilizados em países do Oriente como ferramenta de controle biológico. Já foram utilizados também no Brasil, na década de 30, para combater os transmissores da Malária e da Febre Amarela. São também utilizados em laboratórios, nos experimentos ecotoxicológicos, genéticos, comportamentais e reprodutivos.

Origem:Os Lebistes são originários da América do Sul e Central, mais precisamente de estuários localizados em Barbados, Trinidad Tobago, Venezuela, Guianas e porção norte do Brasil. Conhecidos também por Peixe Arco-íris, Barrigudinho, Bandeirinha, Sarapintado e Guppy encontram-se hoje espalhados por todo o mundo. Antes de ser classificado cientificamente como Poecilia reticulata, o Lebiste já foi conhecido por Girardinus guppyi e Lebistes reticulatus. O nome Guppy é na verdade o sobrenome de Robert J.L Guppy que foi homenageado pelo naturalista inglês Guenther, que recebeu de Robert os primeiros peixes coletados na América Central no ano de 1860. Já o nome popular Lebiste deriva do gênero Lebistes ao qual pertencia.
Pertence a família dos Poecilidae (Poecilídeos) da qual também fazem parte Molinésias, Platys e Espadas.
É um peixe de fácil manutenção sendo recomendado para todos os tamanhos de aquários desde que obedecidas suas necessidades básicas como pH e temperatura. É interessante observar o número de fêmeas que deve ser maior que o de machos, na razão de 3:1.

Reprodução:As fêmeas desta espécie não depositam ovos, mas sim dão à luz filhotes prontos. São classificados então como peixes ovovivíparos. Erroneamente são por vezes citados como peixes vivíparos, mas há uma grande diferença entre estas duas formas de reprodução. O termo vivíparo está relacionado com embriões que são nutridos diretamente pela mãe através de uma estrutura semelhante ao cordão umbilical. É o que acontece, por exemplo, com algumas espécies de Tubarões. Já o termo ovovivíparo refere-se a embriões nutridos pelo saco vitelínico, envoltos por uma membrana (ovo) que se desenvolvem no interior da mãe. De maneira geral seria como “chocar” os ovos internamente. Os filhotes se desenvolvem então dentro destes ovos que ficam guardados a salvo no interior da mãe. Quando o desenvolvimento se completa, a casca se rompe e o filhote, alevino, é expelido pela mãe.
Os machos diferenciam-se das fêmeas pela cauda, que é bem maior, pela coloração mais intensa, e pela presença do gonopódio, uma estrutura semelhante a um pequeno tubo localizada na região ventral. Esta estrutura possibilita a transferência dos gametas masculinos para dentro da fêmea, possibilitando a fecundação interna. Já as fêmeas apresentam uma mancha na parte ventral, próxima a cauda, que se torna mais escura quando os ovos começam a se desenvolver. Quando os filhotes estão a ponto de nascer esta mancha torna-se mais “baixa”, a fêmea apresenta-se muito barriguda e com a respiração ofegante.
Para reproduzi-los é aconselhável 3 a 5 fêmeas para cada macho. Esta espécie, assim como acontece com outros peixes ovovivíparos, não apresenta cuidado parental, ou seja, os pais não cuidam dos filhotes após o nascimento. Além disso a permanência dos pequenos alevinos junto com exemplares adultos, inclusive a própria mãe, pode ser desastrosa, já que tendem a ser devorados. Em função disso as fêmeas grávidas podem ser postas em criadeiras individuais onde, logo que nascem, os filhotes são separados da mãe. Recomenda-se um aquário com cerca de 15 a 20 litros de água e que contenha plantas naturais como Elodea, Cabomba, Sagitária e a Samambaia d’água, para que os alevinos, ao passarem por entre as frestas da criadeira, possam se refugiar. O período de gestação varia de 20 a 30 dias. Os filhotes devem ser alimentados com alcon Alevinos durante o primeiro mês de vida.
Aos dois meses de idade já é possível a diferenciação de machos e fêmeas, que estão prontos para a reprodução. Nesta fase já podem ser alimentados com outras rações como alcon Guppy, alcon Basic e alcon Gold Spirulina Flakes. Para um desenvolvimento mais adequado, é recomendado permitir a reprodução somente a partir dos quatro meses de idade.
Uma característica bastante interessante é a capacidade que as fêmeas têm de armazenar o esperma dos machos por um longo período, podendo ter mais de 3 gestações seguidas sem a presença do macho para nova fecundação. Esta característica é muito importante quando se pretende fazer cruzamentos específicos entre machos e fêmeas escolhidos previamente. Para obter o resultado esperado neste cruzamento, é necessário primeiramente “limpar” a fêmea, ou seja, mantê-la sem contatos com machos durante um período de 6 meses, para que ela acabe com um possível estoque de esperma de outro macho.
Para o sucesso da reprodução devem ser observadas boas condições ambientais, como temperatura em torno de 28 ºC e pH próximo a 7,2.
Com os devidos cuidados e um pouco de atenção diária o Lebiste certamente deixará seu aquário mais alegre e muito colorido.

http://guppy-blog.blogspot.com

A Origem

GUPPY OU LEBISTE (Poecilia reticulata)

  • Origem: América Central.
  • Comprimento máximo: macho 3 cm e fêmea 6 cm.
  • Reprodução: ovovivíparo.
  • pH: alcalino (7,2 a 7,5).
  • Temperatura: 24 a 28 ºC.
  • Aquário: médio com plantas.
  • Alimentação: alcon GUPPY, alcon COLOURS, alcon Mini Betta.
  • Comportamento: pacífico, mantê-lo com peixes pequenos e pacíficos.

Ágeis e multicoloridos, os Lebistes são utilizados em aquários desde meados de 1900. Entretanto, sua utilização não se limita apenas a esta. Devido ao seu hábito voraz de se alimentar com larvas de insetos, os Lebistes são utilizados em países do Oriente como ferramenta de controle biológico. Já foram utilizados também no Brasil, na década de 30, para combater os transmissores da Malária e da Febre Amarela. São também utilizados em laboratórios, nos experimentos ecotoxicológicos, genéticos, comportamentais e reprodutivos.
Origem:
Os Lebistes são originários da América do Sul e Central, mais precisamente de estuários localizados em Barbados, Trinidad Tobago, Venezuela, Guianas e porção norte do Brasil. Conhecidos também por Peixe Arco-íris, Barrigudinho, Bandeirinha, Sarapintado e Guppy encontram-se hoje espalhados por todo o mundo. Antes de ser classificado cientificamente como Poecilia reticulata, o Lebiste já foi conhecido por Girardinus guppyi e Lebistes reticulatus. O nome Guppy é na verdade o sobrenome de Robert J.L Guppy que foi homenageado pelo naturalista inglês Guenther, que recebeu de Robert os primeiros peixes coletados na América Central no ano de 1860. Já o nome popular Lebiste deriva do gênero Lebistes ao qual pertencia.
Pertence a família dos Poecilidae (Poecilídeos) da qual também fazem parte Molinésias, Platys e Espadas.

É um peixe de fácil manutenção sendo recomendado para todos os tamanhos de aquários desde que obedecidas suas necessidades básicas como pH e temperatura. É interessante observar o número de fêmeas que deve ser maior que o de machos, na razão de 3:1.

http://www.labcon.com.br/curiosidades/peixes/guppy.htm

O Guppy

Peixe tropical originário da América do Sul e Central. Foi descoberto pelo Europeu Wilhelm C.H. Peters em 1805 que deu nome científico de Poecilia reticulata. O nome Guppy vem do reverendo inglês Robert John Lechmere Guppy que enviou de uma ilha da América do sul uma amostra diferente deste peixe para o British Museun que deu nome a ele de Girardinus guppyi em homenagem ao reverendo. Hoje é comum se designar o nome destes peixinhos de guppy.

Curiosidade: No Brasil, assim como em outros lugares, foram importadas várias matrizes de guppy para o controle da larva de mosquito que originava a malária. Foi uma surpresa terem descoberto que ele era nativo daqui também sendo fartamente encontrado nos córregos e rios do país.

Macho Half                 Black AOC
Macho Half Black AOC

Escrito por Rodrigo Ziviani

http://www.ccg.org.br

Guppy ou Lebiste (Poecilia rericulatus)

Origem: América Central.
Comprimento máximo: macho 3 cm e fêmea 6 cm.
Reprodução: ovovivíparo.
pH: alcalino (7,2 a 7,5).
Temperatura: 24 a 28 ºC.
Aquário: médio com plantas.
Alimentação: alcon GUPPY , alcon COLOURS , alcon Mini Betta .
Comportamento: pacífico, mantê-lo com peixes pequenos e pacíficos.

Ágeis e multicoloridos, os Lebistes são utilizados em aquários desde meados de 1900. Entretanto, sua utilização não se limita apenas a esta. Devido ao seu hábito voraz de se alimentar com larvas de insetos, os Lebistes são utilizados em países do Oriente como ferramenta de controle biológico. Já foram utilizados também no Brasil, na década de 30, para combater os transmissores da Malária e da Febre Amarela. São também utilizados em laboratórios, nos experimentos ecotoxicológicos, genéticos, comportamentais e reprodutivos.

Origem:

Os Lebistes são originários da América do Sul e Central, mais precisamente de estuários localizados em Barbados, Trinidad Tobago, Venezuela, Guianas e porção norte do Brasil. Conhecidos também por Peixe Arco-íris, Barrigudinho, Bandeirinha, Sarapintado e Guppy encontram-se hoje espalhados por todo o mundo. Antes de ser classificado cientificamente como Poecilia reticulata, o Lebiste já foi conhecido por Girardinus guppyi e Lebistes reticulatus. O nome Guppy é na verdade o sobrenome de Robert J.L Guppy que foi homenageado pelo naturalista inglês Guenther, que recebeu de Robert os primeiros peixes coletados na América Central no ano de 1860. Já o nome popular Lebiste deriva do gênero Lebistes ao qual pertencia.
Pertence a família dos Poecilidae (Poecilídeos) da qual também fazem parte Molinésias, Platys e Espadas.

É um peixe de fácil manutenção sendo recomendado para todos os tamanhos de aquários desde que obedecidas suas necessidades básicas como pH e temperatura. É interessante observar o número de fêmeas que deve ser maior que o de machos, na razão de 3:1.

Reprodução:

As fêmeas desta espécie não depositam ovos, mas sim dão à luz filhotes prontos. São classificados então como peixes ovovivíparos. Erroneamente são por vezes citados como peixes vivíparos, mas há uma grande diferença entre estas duas formas de reprodução. O termo vivíparo está relacionado com embriões que são nutridos diretamente pela mãe através de uma estrutura semelhante ao cordão umbilical. É o que acontece, por exemplo, com algumas espécies de Tubarões. Já o termo ovovivíparo refere-se a embriões nutridos pelo saco vitelínico, envoltos por uma membrana (ovo) que se desenvolvem no interior da mãe. De maneira geral seria como “chocar” os ovos internamente. Os filhotes se desenvolvem então dentro destes ovos que ficam guardados a salvo no interior da mãe. Quando o desenvolvimento se completa, a casca se rompe e o filhote, alevino, é expelido pela mãe.

Os machos diferenciam-se das fêmeas pela cauda, que é bem maior, pela coloração mais intensa, e pela presença do gonopódio, uma estrutura semelhante a um pequeno tubo localizada na região ventral. Esta estrutura possibilita a transferência dos gametas masculinos para dentro da fêmea, possibilitando a fecundação interna. Já as fêmeas apresentam uma mancha na parte ventral, próxima a cauda, que se torna mais escura quando os ovos começam a se desenvolver. Quando os filhotes estão a ponto de nascer esta mancha torna-se mais “baixa”, a fêmea apresenta-se muito barriguda e com a respiração ofegante.

Para reproduzi-los é aconselhável 3 a 5 fêmeas para cada macho. Esta espécie, assim como acontece com outros peixes ovovivíparos, não apresenta cuidado parental, ou seja, os pais não cuidam dos filhotes após o nascimento. Além disso a permanência dos pequenos alevinos junto com exemplares adultos, inclusive a própria mãe, pode ser desastrosa, já que tendem a ser devorados. Em função disso as fêmeas grávidas podem ser postas em criadeiras individuais onde, logo que nascem, os filhotes são separados da mãe. Recomenda-se um aquário com cerca de 15 a 20 litros de água e que contenha plantas naturais como Elodea, Cabomba, Sagitária e a Samambaia d'água, para que os alevinos, ao passarem por entre as frestas da criadeira, possam se refugiar. O período de gestação varia de 20 a 30 dias. Os filhotes devem ser alimentados com alcon Alevinos durante o primeiro mês de vida.

Aos dois meses de idade já é possível a diferenciação de machos e fêmeas, que estão prontos para a reprodução. Nesta fase já podem ser alimentados com outras rações como alcon Guppy, alcon Basic e alcon Gold Spirulina Flakes. Para um desenvolvimento mais adequado, é recomendado permitir a reprodução somente a partir dos quatro meses de idade.

Uma característica bastante interessante é a capacidade que as fêmeas têm de armazenar o esperma dos machos por um longo período, podendo ter mais de 3 gestações seguidas sem a presença do macho para nova fecundação. Esta característica é muito importante quando se pretende fazer cruzamentos específicos entre machos e fêmeas escolhidos previamente. Para obter o resultado esperado neste cruzamento, é necessário primeiramente “limpar” a fêmea, ou seja, mantê-la sem contatos com machos durante um período de 6 meses, para que ela acabe com um possível estoque de esperma de outro macho.

Para o sucesso da reprodução devem ser observadas boas condições ambientais, como temperatura em torno de 28 ºC e pH próximo a 7,2.

Com os devidos cuidados e um pouco de atenção diária o Lebiste certamente deixará seu aquário mais alegre e muito colorido.

http://www.saudeanimal.com.br

Variedades de Guppies

Introdução

Assim como acontece no mercado de rosas, há um permanente esforço internacional para criar novas variedades de guppy, trazidas ao mercado. Tais variedades diferenciam-se das anteriores pela padronagem de cores, pelo formato da cauda ou outro fator.

Variedade, portanto, é um novo tipo de guppy, com características próprias, que os diferem dos demais e, fixadas geneticamente, serão reproduzidas em seus descendentes. AVariedade Full Redpadronização de uma variedade não é sempre absoluta. Os bons criadores irão informar não apenas as percentagem de indivíduos conformes esperáveis em cada ninhada, mas também quais os desvios verificados. Poderão, ainda, se tiverem prática, recomendar a frequência e tipo de cruzamentos com outras variedades, destinados a manter ou aprimorar a variedade.

A variedade não corresponde a uma classe de julgamento. Pelo contrário, uma classe de julgamento pode reunir diversas variedades, desde que tenham a mesma cor ou padronagem ou formato.

Linhagem, por outro lado, é uma corrente genética pertencente a uma variedade, que possui características próprias, dentro das linhas gerais determinadas pela variedade.

Há duas dimensões fisiológicas de importância para os criadores. O fenotipo, que representa o aspecto físico de um exemplar, aquilo que pode ser visto, e o genotipo, o potencial reprodutivo dele, sua capacidade de imprimir suas características em seus descendentes.

Assim, podemos ter um guppy com o corpo totalmente azul metálico, característico da variedade Moscow, mas que seja fruto de um cruzamento de um exemplar desta espécie com uma fêmea de outra variedade. Seu fenotipo é Moscow, seu genotipo, quase que certamente, não mais será capaz de produzir filhotes Moscow puros. Podem nascer filhotes mais bonitos até, mas não mais terão uma variedade definida, não mais serão conformes, semelhantes. Pode até ser que na primeira geração os filhotes pareçam com o pai, mas nas gerações seguintes a diferença estará demonstrada no fenotipo.

Claro está que é assim, cruzando variedades distintas, que se produz novas variedades. MasVariedade Multi isso só acontece após sucessivas gerações, com combinações propositivas, até que o genotipo alcance outro ponto de equilíbrio, fixando os novos padrões. Nesse ínterim, os exemplares vão gerar filhos diferenciados, sem variedade definida.

Guppies de raça, portanto, são os que tem uma padronagem exclusiva, fixada, que podem transmitir a seus descendentes, com desvios previsíveis, possíveis de controlar. Controlar é a palavra adequada, pois que mesmo os guppies de raça, de uma variedade determinada, se forem postos a cruzar aleatoriamente, sem escolha dos exemplares que melhor representam a variedade a que pertençam, tendem para o "padrão" do guppy selvagem, perdendo todas as suas virtudes.

Características

As atuais variedades se distinguem, entre outras coisas, pelo formato da cauda. Nesse aspecto há grande diversidade, desde a delta, mais valorizada, até as véu, espada, lira, bolha, etc...

O corpo pode ser dourado (gold), cinza (grey) ou de outras tonalidades. Quase todas as variedades de cores sólidas também apresentam uma variante de corpo negro, os Half Black (meio preto). Assim, denomina-se Gold Red o guppy de corpo dourado e nadadeiras dorsal e caudal vermelhas e de HB Red aquele cujo corpo é escuro e as mencionadas nadadeiras sãoHB AOC Leopardo vermelhas. Vai por aí, os HB Yellow, com o corpo escuro e as nadadeiras amarelas, o Yellow, com o corpo cinza claro (original) e as nadadeiras amarelas. Há um sem número de combinações, algumas mais valorizadas, outras menos. Há também o Moscow, totalmente azul, verde ou púrpura metálicos, o Mikariff, com o corpo todo amarelo (embora com a caudal pequena), o Full Red, totalmente vermelho. Há variedades albinas. Há padronagens complexas, como as dos cobras e dos multi. O termo AOC (any other color) é empregado para as variedades que não se classificam entre as tradicionais, tal como o Leopardo, da foto. Uma boa visão das variedades mais comuns pode ser obtida através das classes de julgamento das exposições.

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O Guppy,

Poecilia reticulata, permanece soberano nos aquários de todo o mundo há mais de um século. Nesse tempo, foi submetido a sucessivos aprimoramentos por seleção genética, bem como foram fixadas novas variedades, em formato, coloração e padronagem, fruto do esforço de criadores sérios, como nós.

Sua popularidade tem sido garantida por suas múltiplas virtudes, entre as quais:

  • facilidade de manutenção e reprodução por iniciantes;
  • reprodução ovovivípara, em que os filhotes já surgem se alimentando normalmente;
  • variedade infinita de cores e formatos, sendo que um guppy jamais é igual a outro;
  • existência de uma estrutura internacional de associações para os criadores;
  • realização de exposições com avaliação e premiação dos mais destacados;
  • acessibilidade para compra, em oferta e preço;
  • baixo custo de manutenção, em termos de tempo e de dinheiro.
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Anatomia do Guppy

Introdução

Peixes ornamentais compartilham com a maioria dos demais peixes uma estrutura particular, constituída pela maioria dos órgãos possuídos pelos humanos, acrescidos de outros, tais como a bexiga natatória, por exemplo. Dentes, língua, fígado, rins, um coração simplificado, uma forma pulmão adaptado ao meio, tudo isso neles encontramos. Salvo exceções, são recobertos por escamas, que lhes servem de proteção e os auxiliam na redução do atrito de deslocamento. Peixes são pecilotermos, ou seja, incapazes de aquecer seu corpo, compartilham a temperatura do meio em que se encontram. Peixes ornamentais tropicais, como é o caso, costumam estar em conforto na faixa de 20 a 28°C. Fora dela, principalmente em baixas temperaturas, ficam estressados e tem seriamente comprometido o seu metabolismo.

Estrutura

O formato do Guppy é estabelecido por um esqueleto ósseo. A coluna vertebral vai da cabeça à cauda e é feita por pequenos ossos perfurados, as vértebras. A cabeça, em sua formação óssea, o crânio, contém o cérebro. As mandíbulas, superior e inferior, também são ósseas. Ligadas às vértebras estão as costelas, que protegem a maioria dos órgãos vitais. Placas ósseas, chamadas opérculo, uma de cada lado, recobrem as guelras.

Nadadeiras do Guppy MachoNadadeiras se projetam do corpo, em locais determinados. Cinturões ósseos no ombro e na cintura, auxiliam na fixação delas. Elas são mantidas por dois tipos de barbatanas ou raios: um rígido e sem divisões, o outro flexível e ramificado à medida em que se afasta do corpo.

A natação é realizada quase que totalmente pela caudal, mediante movimentos similares figura de um oito. As demais auxiliam no direcionamento, elevação ou descida.

A bexiga natatória

A posição e o equilíbrio na água são mantidos, fundamentalmente, pela bexiga natatória que o Guppy possui, internamente. Múltiplos vasos recobrindo as paredes auxiliam na manutenção de seu conteúdo gasoso. Regulando a quantidade de oxigênio o peixe se situa em nível mais ou menos elevado no meio aquático. Em casos extremos, privados de oxigênio na água, ele é capaz de subir à superfície, expondo seus corpos, deixando apenas suas caudas submersas.

Cores

A cor do Guppy é devida a pontos coloridos, microscópicos, chamados cromatóforos, localizados na pele. O número e o arranjo desses pontos de cor é o que lhe fornece a grande variedade de padronagens com que se apresenta. Dependendo do estado do animal, os pigmentos contidos nas células do tecido podem se concentrar ou afastar, fazendo com que as cores se tornem mais ou menos intensas. A intensidade de cor é um dos indicativos da saúde do peixe.

O sistema digestivo

Guppies possuem dentes em suas mandíbulas e no céu da boca e uma língua. Depois da língua está a faringe e, em cada lado dela, aberturas para as guelras, através das quais a água circula. Um pequeno esôfago liga a faringe a um estômago relativamente grande. O intestino, curto, leva o alimento do estômago para a abertura anal, logo à frente da nadadeira de mesmo nome.

O Guppy tem um fígado, que fabrica bile para a digestão e um baço que ajuda a purificar o sangue. A digestão é rápida, algo como 45 minutos.

Sistema Circulatório

Anatomia Interna do GuppyO coração tem dois compartimentos, ao invés de quatro: uma aurícula e um ventrículo. O sangue é forçado do ventrículo, quando se contrai, para as guelras, onde coleta oxigênio e libera dióxido de carbono. O sangue oxigenado é carregado por uma artéria dorsal, que se divide em vasos cada vez menores, para todo o corpo. Nos vasos capilares ele libera oxigênio e coleta dióxido de carbono e resíduos que são eventualmente carregados até o coração através das veias. Além das veias, outros tubos, chamados vasos linfáticos, ajudam a mover o sangue dos capilares ao coração, de onde é novamente bombeado para as guelras.

Sistema Respiratório

Guelras funcionam como pulmões e, em virtude de sua posição exposta, são sujeitas a doenças. Cada guelra consiste de um arco ósseo que tem em sua parte frontal estruturas denteadas chamadas lamelas, e em sua parte traseira, filamentos que são submetidos a uma corrente de água da boca para o opérculo . O tecido é altamente irrigado, sendo a troca de gases realizada em maior intensidade porque o sangue circula em sentido inverso ao da água.

Sistema reprodutivo

O Guppy é ovovivíparo, ou seja, nasce completamente formado, depois de ter seus ovos incubados internamente. O ovário é recoberto com epitélio germinal, pequenas células que se dividem e produzem descendentes. Após divisões subsequentes, quando recebem uma gema, elas se tornam ovos. Os ovos são incubados dentro da mãe, obtendo alimento do próprio ovo, e não da mãe.
Uma pequena passagem carrega os pequenos embriões, como eles são chamados nessa fase, até o momento do nascimento para o poro urogenital, onde eles parecem se desenrolar e fugir para a segurança. Seus primeiros movimentos, quase sempre os levam para o fundo, onde eles descansam por algum tempo, antes de se tornarem ativos.

O Guppy macho, assim como outros ovovivíparos, tem um gonopódio. Gonopodio do GuppyAo nascer, a nadadeira anal do macho parece muito com a da fêmea. A medida em que se desenvolve, ela vai gradualmente se modificando. A inserção da nadadeira no corpo é também diferente nos dois sexos, a do macho se movimentando para a frente, à medida em que ele matura. Quando completamente desenvolvido, os nove raios da nadadeira estão agrupados. Na ponta do mais longo deles, o terceiro, há um gancho apontando para trás. Não há um tubo furado no gonopódio, como muitos equivocadamente pensam.

O gonopódio está localizado exatamente atrás do poro urogenital. Em frente a esse poro estão as duas nadadeiras pélvicas, um tanto diferentes das femininas. A fertilização é realizada pelas três nadadeiras em conjunto projetadas para frente, formando um tubo temporário, através do qual o esperma é transmitido à fêmea.

No macho, os órgãos nos quais os espermatozóides são produzidos são chamados de espermarias, correspondendo aos testículos dos mamíferos. Uma passagem curta liga as espermarias à abertura urogenital. Diferentemente dos humanos, o esperma dos Guppies é reunido em conjuntos. O período de gestação, o tempo entre a fecundação e o nascimento, é de 22 a 24 dias. Os partos ocorrem, em boas condições, a cada 27 a 30 dias. Os dias adicionais são necessários para o aprontamento dos ovos para fertilização.

Um dos fatos mais notáveis sobre as fêmeas, além de sua capacidade de manter tantos filhotes em espaço tão pequeno, é o de que se for cruzada com um macho, ele vai fornecer esperma para várias ninhadas, sucessivas.

. Dimorfismo sexualO esperma penetra no ovário, onde aguarda o amadurecimento da primeiro lote de ovos. Os demais ovos não maturam ao ponto de união com o esperma em reserva até que o primeiro lote deixe o corpo na forma de filhotes vivos. Há estudos que mostram que o esperma pode permanecer funcional em dormência no corpo da fêmea por oito meses. Mas, se ela vier a cruzar com outro macho, os novos filhotes descenderão deste último. Mesmo fêmeas imaturas, podem receber esperma e o reter até que amadureçam. Assim, é conveniente remover todos os machos adultos de um aquário com filhotes, para que a energia necessária ao crescimento não seja consumida na gestação.

O tamanho da fêmea é um dos fatores relacionados com o número de filhotes, quanto maior, em princípio, maior a quantidade deles.

Aos 30 ou 35 dias de idade, os sexos podem ser distinguidos visualmente, pelo desenvolvimento de um corpo maior nas fêmeas e o seu ponto gravídico. O macho começa a mostrar o seu gonopódio. A cor da cauda começa a aparecer nessa mesma época, dependendo da variedade.

Sistema Nervoso

Os Guppies possuem todos os sentidos dos mamíferos. O cérebro é o principal órgão da percepção. Uma coluna dorsal de nervos se desloca pelas vértebras. Os odores são processados por células olfativas conectadas no sistema respiratório, e identificados pelo cérebro. Eles escutam através de duas cavidades auditivas, que contém otolitos para interpretar vibrações sonoras. Eles sentem através de conexões nervosas na pele e nos órgãos da linha lateral - privativa dos peixes. Eles tem paladar, eles se mantém equilibrados, provavelmente com a ajuda dos otolitos. Ao que parece, tem uma extraordinária capacidade de regeneração de nervos. É possível cortar sua espinha dorsal e tê-la regenerada em questão de dias.

Sistema Excretor

Os rins filtram o sangue e removem resíduos que são conduzidos para a bexiga urinária, por uretras. Tanto a bexiga quanto os rins são órgãos pequenos. A bexiga descarrega através do poro urogenital, logo atrás do ânus. O sangue carrega gases residuais, que são dissipados na água, através das brânquias.


http://www.peixebom.com.br

Ficha Técnica

Nome: Guppy, Buntfleckkaerpfling, Fancy Guppy, Lebiste, Millionenfisch, Millionenfische, Millions Fish, Missionaryfish, Rainbowfish, Guppy Selvagem, Bandeirinha, Barrigatintim, Barrigudinho, Barrigudinho-Mexicano, Bobó, Cospe-Cospe, Frogoió, Gargarú, Gargaú, Guarú, Guarú-Guarú, Mexicano, Sarapintado, Peacock Fish, Peixe-Arco-Íris, Wild Guppy etc...


Reino: Animalia

Filo: Chordata

Subfilo: Vertebrata

Superclasse: Pisces

Classe: Osteichthyes

Subclasse: Actinopterygii

Superordem: Teleoste

Ordem: Cyprinodontiformes

Subordem: Cyprinodontoidei

Superfamília: Poeciloidae

Família: Poeciliidae

Subfamília: Poecillinae

Gênero: Poecilia

Subgênero: Acanthophacelus

Espécie: Poecilia reticulata (Wilhelm Carl Hartwig Peters (1815-1883) - 1859)

Tamanho: Macho; 5,72 cm, Fêmea; 8,57 cm (corpo e caudal)

Distribuição: Venezuela, as Guianas, Barbados, Tobago, Suriname e Trinidad

Temperatura: 22° a 28 (1 a 120 dias: 26° a 28°. 121 a 240 dias: 23° a 25°. A partir de 241 dias de vida: 22° a 23°) graus Celsius

Aquário: Altura d`água; 15 cm, Reprodutores; 9 litros (21 cm de altura, 25 cm de largura e 25 cm de comprimento), Filhotes; 21 litros (21 cm de altura, 35 cm de largura e 40 cm de comprimento), Jovens; 37 litros (21 cm de altura, 50 cm de largura e 55 cm de comprimento), Altura d`água; 6 cm, Fêmea grávida; 6 litros (12 cm de altura, 30 cm de largura e 35 cm de comprimento)

Trocas da água: 30% duas vezes na semana

pH: 6,8 a 7,6 (7,0 a 7,2)

dH: 11 a 30

Alimentação: Onívoro

Reprodução: Ovovivíparo.


http://www.guppybrasilia.com.br

O Guppy

Originalmente encontrado nas regiões costeiras da Venezuela e Guiana, e nas ilhas do sul do Caribe: Antiqua, Antilhas Holandesas, Trinidad-Tobago e Barbados, pelo menos até 1910. Barbados poderia ser considerada um “paraíso” no que se refere à virtual ausência de mosquitos transmissores de malária, em uma região onde esta doença é considerada endêmica. Este fato levou autoridades sanitárias de diversos países a introduzir o million fish (nome pelo qual o guppy era conhecido em Barbados) em córregos, valas, várzeas, brejos e pauis, onde, devido à sua resistência e prolificidade, adaptou-se muito bem.


Contudo, os objetivos de controle biológico dos vetores maláricos não foram plenamente alcançados, pois estudos posteriores comprovaram que o guppy é onívoro, fazendo da matéria vegetal parte preponderante de sua dieta. Outrossim, a introdução indiscriminada da espécie em algumas regiões, seja por planejamento deficiente, seja por aquariófilos desavisados, ocasionou danos ecológicos, como na ilha Maurício, onde passou a consumir desovas de espécies nativas.

Guppy, lebiste, guaru, barrigudinho, cospe-cospe, bobó, million fish e rainbow fish, são alguns de seus nomes vulgares. Quanto ao padrão de colorido, as fêmeas são acinzentadas, com reflexos bronze-esverdeados, ventre branco e nadadeiras transparentes; os bordos das escamas são escuros, formando atraente rendilhado. Os machos, que raramente ultrapassavam três centímetros, literalmente explodem nas cores do arco-íris, sobretudo em vermelho, azul e verde metálico, com uma a três máculas no corpo e ainda riscos, manchas, pontos, frisos e debruns em negro, numa variedade de desenhos e padrões difícil de ser descrita. No aspecto taxonômico, este peixinho deu um verdadeiro “baile” em uma penca de estudiosos do século XIX. Tudo começou em 1859, quando Wilhelm C. H. Peters, do Museu de Berlin, descreveu um exemplar constante de uma remessa de peixes preservados em álcool, proveniente do norte da América do Sul, denominando a espécie Poecilia reticulata, devido ao padrão rendilhado acima referido, e assinalando como localidade típica a cidade de Caracas, na Venezuela.

Até aí tudo bem. A confusão se inicia em 1861, quando F. de Filippi, do Museo de Torino, Itália, ao analisar exemplares coletados na ilha de Barbados, e aparentemente desconhecendo o trabalho de Peters, classificou-os com o nome de Lebistes poeciloides, novo gênero e nova espécie. Mais alguns anos se passaram e em 1866, Albert Carl Ludwig Gotthilf Günther, do Museu Britânico de História Natural, na página 353 de seu extraordinário “Catalogue of the fishes of the British Nuseum”, descreveu uma espécie denominando-a Girardinus guppii, em homenagem a seu coletor e remetente, o clérigo anglicano, reverendo Robert John Lechemere Guppy, com localidade típica na ilha de Trinidad. Ironicamente, na página 352, confrontante com a página 353 do mesmo trabalho, relaciona Lebistes poeciloides de Filippi. E não foi só: na página 356, revisando a descrição feita por Peters, lista Girardinus reticulatus, sem se dar conta que se tratavam todas da mesma espécie.

Outros naturalistas ocuparam-se da espécie, alguns aumentando a confusão: Girardinus reticulatus Eigenmann & Eigenmann, 1881; Poeciloides reticulatus Jordan & Gilbert, 1883; Heterandria guppii Jordan, 1887; Girardinus guppii Regan, 1895; Poecilia reticulata Garman, 1895; Poecilia poeciloides Garman, 1895; Acanthophacelus reticulatus Eigenmann, 1907; Acanthophacelus guppi Eigenmann, 1910; Girardinus poeciloides Boulenger, 1912; Poecilia poeciloides, Langer, 1913. Bem, chegamos assim ao ano de 1913, quando Charles T. Regan, a partir de detalhado estudo comparativo das estruturas componentes do gonopódio, concluiu que todas as espécies acima relacionadas eram na verdade apenas uma. Ora, a regra de prioridade constante das normas de nomenclatura zoológica determina que se deva validar o nome mais antigo, neste caso Poecilia reticulata Peters. Todavia, Regan havia constatado pequenas diferenças entre esta espécie e a espécie-tipo Poecilia vivipara Bloch & Schneider, 1801, o que justificaria sua inclusão em gêneros separados. O gênero seguinte, na ordem cronológica era Lebistes e, portanto chegamos a Lebistes reticulatus (Peters, 1859). Esse nome perdurou inalterado por 50 anos, com apenas uma discordância: Glaridichthys reticulatus Milewiski, 1920.

Porém, no ano de 1963, em revisão geral da família Poeciliidae, Donn E. Rosen & Reeve M. Bailey, consideraram Lebistes como um sub-gênero de Poecilia, finalmente estabelecendo o nome Poecilia reticulata Peters, 1859 como definitivo. Deixemos bem claro que esta “Babel” não se deveu à incompetência ou egocentrismo dos referidos zoólogos, mas antes à ausência, naquela época, de normas internacionalmente aceitas, de precariedades de comunicação entre instituições e ao fato de que muitas descrições basearam-se em indivíduos sub-adultos ou em um único exemplar, às vezes sem o registro de sua procedência ou com o mesmo incorreto, mau estado de conservação, e assim por diante.

Regan teve a vantagem de trabalhar alicerçado em um código internacional, o qual foi adotado no mundo todo a partir do V Congresso Internacional de Zoologia realizado no ano de 1901. Até então, cada país tinha seu código particular.

O pequenino peixe do reverendo Guppy iniciou sua trajetória pelos aquários do mundo nos idos de 1908, importado por comerciantes alemães com a finalidade de suprir a crescente demanda por peixes tropicais exóticos, pois já naquela época destacava-se a Alemanha como o país mais avançado em aquariofilia. O Segundo Reich, regido pelo Kaiser Guilherme II, atravessava um período de expansão econômica e colonial, e seus aquaristas tinham acesso a peixes ornamentais das mais diversas regiões do globo. Todavia, os meios de transporte eram muito precários, sendo os peixes trazidos por via marítima, em grandes tambores de folha de flandres, demorando a viagem várias semanas; assim sendo não é de estranhar a altíssima taxa de mortalidade dos peixes e a conseqüente elevação de preço alcançado pelos sobreviventes que chegavam ao destino. Segundo Uwe Peter Kohnen, no seu livro “O Guppy, criação e desenvolvimento”, um casal de guppies podia custar naqueles tempos até oitenta marcos em moedas de ouro. Os primeiros casais foram adquiridos por entusiastas, forçosamente pessoas abastadas, sendo aclimatados em suas estufas, onde se reproduzindo admiravelmente, granjearam o apelido de millionenfische.

O advento da Primeira Guerra Mundial, entre os anos de 1914 e 1918, e a subseqüente derrota teutônica, determinou certo grau de estagnação da aquaricultura naquele país, situação que perdurou até o grande movimento de reconstrução nacional do final da década de 40 e início dos anos 50. Nos anos que se seguiram ao conflito, os lebistes foram introduzidos nos Estados Unidos, causando verdadeira comoção popular e conquistando rapidamente um público cativo. Os autores de artigos em publicações especializadas referiam-se aos peacock fishes (peixes pavão), com expressões tais como riot of color (orgia de cores), ou bits of rainbow (pedaços de arco-íris). Note-se que até aqui estivemos falando de guppies selvagens, verdadeiros “guarubistes”. Referiam-se também os articulistas à extraordinária variabilidade da espécie: “No two fish are alike in color and markings”. Esta última característica permitiu que no decorrer da década de 20 fossem selecionadas algumas variações, principalmente no que se refere àconformação da nadadeira caudal, surgindo tipos como: espada alta, espada baixa, alfinete, dupla espada, e outros. Concomitantemente, passaram a ser utilizados como animais de laboratório, sobretudo em pesquisas de fisiologia e genética.

No Japão os guppies chegaram no início da Era Showa, aí por volta de 1926, ficando inicialmente restritos aos grandes aquários públicos. Aproximava-se um período sombrio para a economia mundial, culminando com a chamada grande depressão.

Com a eficácia das medidas anti-recessivas, inicia-se nova fase na aquariofilia, sendo fundados clubes e associações, especialmente nos Estados Unidos e na Inglaterra. No início dos anos 30 a produção interna desses países já supria inteiramente a demanda, não mais sendo necessária a importação de guppies selvagens; além disso as raças de aquário já diferiam sobremaneira das raças selvagens quanto ao tamanho, padrão de cores e formato das caudas, embora mantivessem a característica de não existirem dois machos exatamente iguais. Tal fato ocasionava em 1934 diferenças de preços é, por exemplo, um casal custava em Nova Iorque, dependendo de sua conformação, entre meio dólar e 20 dólares. Graças ao trabalho combinado de geneticistas e hobbistas, desenvolveram-se as variedades gold, blond e albina.

Uma nova e terrível guerra mundial irrompe, ocasionando um hiato de mais alguns anos. No pós-guerra as sociedades e clubes se reorganizaram, realizando as primeiras exposições e concursos, de caracteres nacionais e internacionais. Entre os óguppistasó daquela época um nome se destaca: Paul Hahnel - um marceneiro de ascedência alemã e guppista por hobby. O norte-americano Hahnel desenvolveu, através de paciente trabalho seletivo, as primeiras raças modernas de guppies. Bem conhecido na América, Paul Hahnel alcançou projeção mundial a partir de 1054, durante a primeira exposição internacional de guppies, realizada na então Alemanha Ocidental, onde ófaturouó os três primeiros lugares nas classes em que participou, feito que repetiu no ano seguinte. Desde então estas grandes exposições internacionais têm sido realizadas anualmente na Alemanha. A partir de 1960 a Áustria também passa a realizar uma exposição anual, tendo ficado famoso o show ocorrido em julho de 1968, em Viena, o qual recebeu ampla cobertura fotográfica da revista Tropical Fish Hobbyist de novembro daquele ano (vol.XXI, n o 11). A guppimania que dominou a década de 60, tomou novo impulso a partir deste evento, atingindo o auge em meados da década de 70. A edição de abril de 1974 daquela revista trazia nada menos do que seis anúncios de firmas oferecendo casais ou trios descendentes de linhagens campeãs, sem contar os materiais correlatos, como: ração em flocos específica para guppies, criadeiras automáticas, entre outros. Os peixes mais caros eram das raças arlequim (red Half black) e viúva negra (black orchid), do criador L. Wasserman, cotados a US$45,00 cada trio.

No Japão a popularização do guppy deu-se em meados da década de 1959, mas este relativo atraso foi rapidamente compensado através da aplicação da Filosofia Yamato (persistência e perseverança). Os japoneses não pouparam esforços nem dinheiro para atingirem seus objetivos. Para se ter uma idéia da dedicação dos guppimaníacos do País do Sol Nascente, basta citar o grande criador Hiroshi Waizumi, o qual relata que por volta de 1964 casais de guppies de procedência alemã ou norte-americana chegavam a custar de 150.000 a 200.000 ienes ou seja, de 750 a 1.000 dólares, ao câmbio da época. Com tal motivação, os resultados não se fizeram esperar, culminando em uma raça de guppies tipicamente nipônica, um verdadeiro vitral natante é o guppy glass.

Outro povo asiático que também se destacou foram os cingapureanos, que contando com incentivos governamentais, apurada seleção e uso intensivo de anabolizantes, produziram peixes fantásticos, realmente inacreditáveis. Visando unicamente a exportação, e com uma produção de nível industrial, causaram a queda dos preços no mercado internacional, contribuindo para o término da idade de ouro dos guppies. No entanto, o reverso da moeda também existe, pois a grande maioria das raças de lebistes de Cingapura não se presta à reprodução, por serem resultado de cruzamentos múltiplos e submetidos a tratamentos hormonais.

(artigo transcrito do site de Alexandre Peres)
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Poecilia reticulata (Lebiste, Guppy)

O Lebiste ou Guppy como também é conhecido, é um dos peixes mais populares no aquarismo doce, sendo indicado tanto para principiantes quanto para aquaristas mais experientes que podem até tornar a sua criação de lebistes numa fonte de renda.O índice de reprodução deste peixe é incrível, a fêmea pode dar a luz a cerca de 100 filhotes a cada 4 ou 5 semanas, sendo o mais comum, 40 filhotes. E o mais incrível é que a fêmea tem a capacidade de armazenar espermatozóides em seu oviduto, então podem acorrer 5 ou 6 ninhadas de um único cruzamento.

Quem já não passou pela experiência de só restar uma fêmea de lebiste no aquário, após a morte do macho, e ela dar a luz a filhotes algumas vezes ainda, mesmo estando sozinha? Então fique tranqüilo, pois não é obra do espírito santo e sim mais uma maravilha da natureza.

São originários das águas doce de Trinidad, Barbados e países do norte da América do Sul, sendo que hoje já estão espalhados por todo o mundo. Na natureza, gostam de viver em águas com pouco movimento e bastante vegetação. Para a criação em aquários, não precisa de muito, uma aquário de uns 30L pode conter uns 8 exemplares, sempre as fêmeas estando em número maior que os machos, pois ele passam quase que o tempo todo tentando se reproduzir o que pode estressar a fêmea. Uma regra boa seria um macho para cada duas ou três fêmeas.

Pelo seu alto potencial reprodutivo, essa população deve aumentar, mas nunca deixe o aquário ficar superpovoado pois isso pode colocar toda a sua criação em risco.

Evite colocar o Lebiste com outros peixes, pois eles podem tentar comer suas caudas exuberantes. Uma água com pH levemente alcalino, em torno de 7,4 está ótima; temperatura entre 26 e 28ºC.

A reprodução é muito fácil, se no aquário houverem muitas plantas, principalmente cabombas e elódeas, a reprodução será um sucesso. Pois essas plantas são ótimas como esconderijos para os filhotes nos seus primeiros dias, evitando assim que sejam devorados pelos exemplares adultos, inclusive seus pais. O peixe é ovovivíparo, ou seja, os filhotes passam a gestação inteira dentro da mãe e quando nascem já são "mini-adultos". Os filhotes deve atingir o tamanho máximo em 6 meses se o aquário estiver em perfeitas condições para o peixe. A distinção dos sexo é ainda mais fácil, o macho possui a cauda grande e são bem mais coloridos que as fêmeas que também são maiores.

A alimentação deve ser a mais variada possível, rações em flocos, artêmia salina, tubifex, algumas verdurinhas picadas etc. Para os filhotes dê infusórios no começo e depois passe à dieta normal.

Fotografias: Lourenço de Andrade Valente


Nome científico: Poecilia reticulata
Origem: Trinidad, Barbados e norte da América do Sul
pH: 7,2 a 7,5
Temperatura: 27ºC
Dureza: 20 DH
Tamanho adulto: 6cm
Tamanho do aquário: 30L
Alimentação: onívoro
Reprodução: ovovivíparo
Última atualização em Dom, 17 de Agosto de 2008 15:47

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Generalidades

O Lebiste ou Guppy criado em cativeiro é provavelmente o peixe de aquário mais popular do mundo. Derivado da espécie selvagem Poecilia reticulata (originalmente da América do Sul/Central) ele é pequeno, lindo, pacífico, vivaz e geralmente resistente. Melhor ainda, há uma miríade de variantes coloridas que podem ser colecionadas e facilmente reproduzidas, por isso é uma das melhores escolhas para iniciantes no hobby, especialmente crianças. Tenho certeza que quase todo mundo já se deu conta disso, mas em todo caso: os machos de guppy são aqueles com corpos mais esguios e caudas grandes, enquanto as fêmeas são mais encorpadas (especialmente quando grávidas, o que é quase sempre) e de maneira geral são menos coloridas. Se você olhar com cuidado a nadadeira anal (aquela logo à frente de onde saem as fezes) vai ver também a diferença entre a nadadeira normal em forma de leque da fêmea, e a nadadeira modificada em forma de tubo do macho (gonopódio).

Guppies são razoavelmente tolerantes às condições da água e muitos iniciantes conseguem mantê-los vivos por um ano ou dois sem fazer nenhum tipo de monitoramento, mas se você tentar manter um pH estável de neutro a levemente alcalino (7.0-7.5), temperatura estável em torno de 26-28°C, e uma boa rotina de manutenção, vai ter guppies mais coloridos, mais saudáveis e de vida mais longa (3-5 anos). Alimentar guppies é banal, eles estão sempre com fome e aceitam todos os tipos de comida, mas existem rações comerciais especializadas para favorecer o crescimento da cauda e a coloração.

Reproduzir guppies é essencialmente automático, basta adicionar água. Muitas vezes você nem precisa de um macho, já que as fêmeas conseguem estocar esperma e já vêem grávidas da loja. Como todo mundo sabe, eles são vivíparos portanto os filhotes se desenvolvem dentro da mãe e ela os expele já plenamente formados, como versões miniaturas dos pais. Guppies NÃO são bons pais, eles comem na hora seus próprios filhotes se puderem, por isso são necessários criadouros especiais se você quiser criar os filhotes. Em um aquário bem plantado, muitos bebês conseguem sobreviver por sí só, escondendo-se por entre a vegetação, e assim que atingem um tamanho razoável já estão a salvo dos adultos.

Como já mencionado, existem muitas variedades (linhagens) de guppies, e criadores de guppy em muitos países são bastante dedicados e organizados, formando clubes, realizando eventos, competições e leilões. Ao passo que guppies "vira-latas" são tão baratos que são frequentemente usados como alimento vivo, as linhagens bem desenvolvidas chegam a atingir preços bem impressionantes.

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O Guppy

Nome Popular: Guppy, Barrigudinho, Lebiste, Bandeirinha, Sarapintado, Peixe-Arco-Íris, Guaru-Guaru, Bobó, Rainbowfish, Missionaryfish, Millionenfisch, Buntfleckkaerpfling etc.
Nome Científico: Poecilia reticulata (Wilhelm C. H. Peters - 1859).
Origem: Norte da América do Sul e América Central.
Dimorfismo Sexual: Macho: Tem cores no corpo e nadadeiras. Sua nadadeira caudal costuma ser do mesmo tamanho do corpo. Pode chegar a medir 3 centímetros. Fêmea: Tem cores somente no pendúculo caudal e nadadeiras. Pode chegar a medir 5,6 cm
Temperatura: De 25°C a 30°C. De preferência 27°C.
Água: pH 7.0 a 7.2. dH 6 a 10.
Alimentação: Onívora - Tubifex, larvas de mosquito, drosófilas, artêmia salina, dáfnias, infusórios, microvermes, enquitréias, minhocas de jardim, patê etc.

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Ecologia e comportamento

A variedade de padrões e cores é enorme entre as várias populações, inclusive, em linhagens albinas. Os que partilham o seu habitat com espécies de peixes predadores têm normalmente cores menos vívidas, enquanto que os que não têm de lidar com esse problema têm cores mais exuberantes. Na reprodução, os genes de peixes mais ou menos coloridos são favorecidos de acordo com este tipo de fatores.

Pode acontecer que entre os machos da espécie haja comportamentos agressivos (por exemplo morder as barbatanas), como também acontece entre outras espécies como os platys e os cauda de espada, ou ocasionalmente com outras espécies de barbatanas vistosas como os escalares.

Os guppys criam de uma forma fácil, basta fazer com que o macho se interesse pela fêmea para a fecundar e logo de seguida colocar a mesma numa maternidade de forma que quando os alevinos nascerem tenham logo local para poderem nadar seguros (o melhor mesmo é ter o aquário com muitas plantas para os bébés se esconderem, assim evita-se que sejam devorados pelos pais). Os alevinos podem ficar até 2 dias sem alimento, pois nascem com um saco vintelino.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guppy

Histórico da nomenclatura

Talvez devido à sua grande área de propalação , foi favorecida a formação de variedades de cores e outras pequenas diferenciações no Guppy . Como na época em que o Guppy foi encontrado pelas primeiras vezes , para a descrição e classificação , uma das características principais que determinavam o enquadramento na nomenclatura científica , era a cor , torna-se compreensível que o Guppy passasse a adquirir uma sinonímia incoparavelmente grande.

O antigo museu da Academia de Ciências de Berlin recebera uma remessa de peixes ( conservados ) , provenientes da Venezuela , que fora entregue ao funcionário da seção ictiológica, WILHEM C. h. PETERS ( 1815 - 1883 ). Este publicou , no dia 9 de Junho de 1859 , uma nota no boletim da Academia , descrevendo uma nova espécie , denominando-a POECILIA RETICULATA , proveniente do rio Guayre. Vale a pena ressalvar que a remessa de peixes só continha , entre outras espécies , um exemplar feminino de Guppy , o que parcialmente vai explicar a confusão que em seguida surgiu em torno do nome científico do Guppy. Em 1861 , o Museu de Turim recebeu alguns exemplares , e FILIPPI ( 1814 - 1867 ) baseado na formação do gonopódio , que divergia bastante dos demais Poecilídeos até então conhecidos , achou correto chama-lo de LEBISTES POECILOIDES . Cinco anos mais tarde , ALBERT C. GUENTHER ( 1830 - 1914 ) deu-lhe o nome de GYRARDINUS GUPPYI , numa homenagem ao remetente : Reverendo ROBERT JOHN LECHMERE GUPPY , que lhe mandara uma remessa coletada na Ilha de Trindade , pois achou que merecia classificação bem distinta das Poecilias.

Ao total foram trÊs classificações independentes do mesmo peixe. Além disso, após esse período, tendeu-se a clasificar o peixe ora como como espécie, ora como ou subespécie, pertencendo a um ou outro gênero.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guppy

Distribuição e diversidade

No seu ambiente natural, na América do Sul e nas Caraíbas, os guppies são normalmente encontrados em populações isoladas, habitando pequenos riachos e lagos de diversos tamanhos.

Espalhadas por vários países de clima tropical ou subtropical, existem também populações de guppies, formadas a partir de peixes que escaparam para a natureza ou que foram deliberadamente introduzidos, para ajudar a combater a doença da malária (entre as principais fontes de alimento dos guppies encontram-se as larvas de mosquito).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guppy

O Barrigudinho

O Barrigudinho, também chamado de Guppy ou lebiste (Poecilia reticulata) é um belo peixe ornamental de comportamento pacífico, originário da América Central e América do Sul, com vida de aproximadamente 2 anos, usado em exposições aquarísticas. O guppy é um animal ovovivíparo da família dos poecilídeos. O comprimento do macho adulto é de aproximadamente 5 centímetros e o da fêmea, 7 cm.

Pode ser facilmente encontrado em rios do Sudeste do Brasil, mesmo poluídos, sendo muitas vezes confundido por leigos com girinos. Em sua forma original, possui um tom cinzento, porém a partir de cruzamentos em cativeiro costuma adquirir cores fortes, dos mais variados tipos[1].A partir daí, existem diversas "raças", ou "matrizes", que podem ser comercializadas por um preço considerável[2].

O barrigudinho em sua forma original não costuma ser utilizado para aquariofilia, sendo o guppy propriamente dito suas variantes coloridas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guppy

Os sentidos dos Guppies

Resumidamente podemos afirmar que:

Visão: O sentido mais fraco, a visão foi desenvolvida para enxergar até um limite e determinado raio visual, que varia de peixe para peixe. A visão de grande partes dos peixes é deficiente em virtude de sua retina ser fraca, inclusive a do guppy. De forma geral, não percebe muito bem os movimentos externos.

Olfato : Dentro da água o guppy não podem sentir cheiro de qualquer substância da mesma forma que possa se sentir fora dágua, e a propagação dele na água é bem mais lenta do que no ar.O olfato do guppy age diretamente com o paladar, se colocarmos alimento que tenha um paladar que lhe agrade e logo em seguida colocar outro alimento pouco apreciado ele normalmente se equivoca e também come o alimento não apreciado com a mesma intensidade , até que perceba pelo cheiro que não é o mesmo que o primeiro alimento ofertado.

Audição: O Guppy podem ouvir facilmente qualquer tipo de barulho a grandes distâncias, além que a transmissão na água e bem melhor, pois a água é ótimo transmissor das ondas acústicas. Temos ainda, um sentido muito especial, que se chama sentido espacial derivado de ramificações nervosas espalhadas pelo corpo, ainda em estudo, e pouco conhecido. Com essa combinações de sentidos o guppy pode pressentir chuvas e qualquer modificações do tempo.

Augusto Rocha Ewald
http://www.guppybrasilia.com.br/dicas_sentidosguppies.htm

A espécie

Peixe tropical originário da América do Sul e Central. Foi descoberto pelo Europeu Wilhelm C.H. Peters em 1805 que deu nome científico de Poecilia reticulata. O nome Guppy vem do reverendo inglês Robert John Lechmere Guppy que enviou de uma ilha da América do sul uma amostra diferente deste peixe para o British Museun que deu nome a ele de Girardinus guppyi em homenagem ao reverendo. Hoje é comum se designar o nome destes peixinhos de guppy.
Curiosidade: No Brasil, assim como em outros lugares, foram importadas várias matrizes de guppy para o controle da larva de mosquito que originava a malária. Foi uma surpresa terem descoberto que ele era nativo daqui também sendo fartamente encontrado nos córregos e rios do país.
http://www.guppy.petbh.com.br/aberturEspécieafr.html